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Manifesto aos brasileiros – as gerações púpura, índigo e cristal

Por fim, o maior segredo da influência Z ou cristal é a possibilidade da competência ética e solidária

Continuamente o nosso planeta é permeado por ondas energéticas e invisíveis, tecendo uma rede oculta ou malha de vibrações. Convencionamos denominá-la domínio de frequências e o nosso objetivo é descortinar sua influência nos movimentos sociais.
Tais ondas se alternam e se misturam. Embora haja um conjuntura de ondas, uma sempre é mais dominante, assumindo um período da História, influenciando os comportamentos e os eventos, quando novos códigos de comunicação são despertados nos mais jovens.
Uma onda permeia o inconsciente coletivo, projetando uma percepção e associando-a com uma cor, conforme o povo, a época e os costumes. Por exemplo, no inconsciente coletivo a percepção da cor púrpura (roxo) é de luto, morte e crucificação para os cristãos, sendo luto também para os tailandeses. Representa a cura física e mental no Feng Shui, que importamos do povo chinês. Na maioria das vezes, nota-se um sentido de alerta espiritual nessa cor, porque boa parte dos místicos associam-na com a transmutação, uma transformação profunda o suficiente, capaz de purificar ou depurar as misérias orgânicas, psicológicas ou espirituais.
Essa onda levou cinco anos para se estabelecer, de 1930 a 1935, como se toda a natureza mudasse de uma fase para outra, estimulando um avanço, tantas vezes no sacrifício doloroso das guerras. E prossegue até a virada do milênio, sendo o seu pico mais alto durante os cincos anos compreendidos entre 1972 e 1977. Com certeza, esses dados têm caráter impreciso, pois a natureza é dinâmica e um processo de mudança pode levar entre três e trinta anos para se fazer notar.
Uma nova onda começa a se destacar entre 1977 e 1982. Mais uma vez, o inconsciente coletivo associou essa fase com a cor índigo (azul). A vibração índigo atingirá o seu ponto mais alto por volta de 2.018, e prosseguirá até 2.060. Na percepção de povos Cherokee essa cor é símbolo de problemas e derrotas. Pelos lados do Oriente representa proteção; imortalidade na China, consagração no Judaísmo, luto no Irã, suavidade para os europeus e pureza para os cristãos. No Feng Shui é a cor que representa o Elemento Água, emoção, sentimento, afeto, o desejo de explorar, confiança, paz, relaxamento e cura, além do dom da aceitação e da adaptabilidade.
Entre 1990 e 2000, no meio de tantos feixes vibratórios, começou a destacar-se uma onda diferenciada, multicor, que ativa no inconsciente coletivo a memória de um cristal que, ao receber a luz do sol, reflete sete cores ou um arco-íris. Um fato visível, a partir desse período, é que nunca se viu tantos homossexuais assumirem sua condição, carregando bandeiras e, que ironia, com sete cores.
As gerações nos anos citados tiveram suas mentes modeladas pelas ondas púrpura e índigo. A grande maioria não sabe como é exatamente a modelagem da mente sob a influência multicor, coisa que estão chamando geração Z e cristal.
Esses feixes vibratórios, todos eles, permeiam todas as mentes, receptivas ou fechadas. Porém, uma coisa é ser influenciado por uma onda vibratória e outra bem diferente é nascer com a mente modelada por ela. É o mesmo que dizer: uma coisa é um adulto ser influenciado por um movimento juvenil e outra bem diferente é ser jovem.
Aceitando ou não os resultados dessas influências, ditando o comportamento e a linguagem dos mais jovens, é preciso compreender que toda mente sem desenvolvimento do autoconhecimento, ignora e rejeita essa informação. O fato é que a mente que não tem consciência sobre o mundo das energias sempre agiu como um robô biológico, teleguiado pelo domínio de frequências. Segue o ditado: o que os olhos não veem o coração não sente. Errado, sente sim, apenas não consegue entender os próprios sentimentos, como se eles nascessem do acaso ou do império dos fatos.
A partir desse desconhecimento, torna-se fácil ser manipulado por um sistema corrupto, igualmente cego e inconsciente. Uns, reagem de forma conservadora e fechada. Outros de forma aberta e revolucionária. Porém, somente o autoconhecimento que abrange a totalidade permite a melhor compreensão dos movimentos sociais e naturais. A influência multicor não é somente um abalo no conservadorismo. Ela ajuda a manifestar o que todo indivíduo já tem em seu mundo interior.
A geração púrpura sofreu guerras civis, o Holocausto entre duas guerras mundiais e muitos viram-se arrancados de suas raízes e obrigados a cruzar novas fronteiras. Foram perseguidos, com frio, calor, fome e sede. Foram torturados e milhões de pessoas morreram. Por conta disso, a humanidade respondeu com uma explosão de novos nascimentos, a geração conhecida pelos termos Baby Boomers.
Veteranos e Baby Boomers ainda estão aí, alguns quase centenários. Os seguintes são ainda chamados geração X e esses, talvez, estejam entre 50 e 68 anos, mas todos eles são púrpura, uma combinação de vermelho e azul. Já os índigos foram denominados geração Y. Essa geração absorveu a influência multicor da geração cristal ou Z. O mundo corporativo classificou-os como multitarefas, capazes de fazer várias coisas ao mesmo tempo.
Púrpuras não compreendem como jovens dormem despolitizados e acordam politizados num dia qualquer do outono brasileiro. Mal sabem que, movidos por sete frequências ao mesmo tempo, eles têm à disposição para se comunicarem os próprios códigos do seu tempo.
A mídia tem o papel de informar, de mostrar os eventos, porém, enfatizar as desgraças nas manifestações sociais, não nos faz esquecer a morte de milhares de pessoas na violência urbana, no trânsito e na falta de assistência social. As novas gerações se fortalecem cada vez mais contra uma enfatização que, por fim, ajuda a manipular ainda mais. Até contra alguns setores da mídia, muitos brasileiros se levantaram no outono de 2013. Que movimento é esse? O que está por trás?
Índigos e cristais parecem um retorno dos mesmos púrpuras torturados nas guerras, agora, para cobrar, ensinar e implantar ações como o coletivismo, a inclusão e a vigilância social, lutando contra a corrupção geradora de injustiças e desigualdades. Essa é a real influência da onda multicor: uma sutil atualização no DNA da população. Aceitemos ou não, estamos todos coloridos por um período da História, expondo as vísceras que nenhum corrupto gostaria que víssemos. Mas, cansados e enojados em ver seus movimentos peristálticos, todos nós ouvimos o basta ecoar pelas ruas.
A onda vibra mais forte e as mentes precisam apenas de um sinal, um mero ponto de partida. Pensar que tudo começou com alguns centavos é ignorar que o governo evolutivo não está nas mãos dos homens, mas nas forças que impulsionam a humanidade a evoluir naturalmente. Tais forças não são personificadas, não dizem nada aos povos, elas simplesmente governam os seres vivos e inanimados.
Não saber desvendar e compreender essas forças tem sido o maior obstáculo da massa, embora as mentes mais despertas sejam capazes de ler esses sinais, por menores que sejam.
Qualquer geração fornecerá diversos grupos, cujo comportamento revelará uma resposta na sociedade, acima ou abaixo da média aceitável. Essa resposta comportamental, quando abaixo da linha de equilíbrio buscada pela maioria, inclui ditadores cruéis, corruptos vorazes pelo poder, bandidos, pessoas ignorantes, lesivas e improdutivas. E o exemplo sempre vem de cima.
Para tais mentes não interessa inserir no currículo escolar a aprendizagem comportamental, valendo apenas a técnica. Nada mais ideal para manipular e enquadrar o gado no curral da escorchante sangria de impostos, manipulação e corrupção. Quem disse que os jovens não sabiam disso? Eles esperavam apenas os sinais da sua própria geração, para manifestarem os seus códigos, as suas ferramentas e fazer uma demonstração inequívoca que a evolução é antes de tudo uma determinação natural da nossa espécie. Agora, entender o processo intelectualmente, aí são outros quinhentos. Para quem lê fatos em vez de ler as ondas fluídicas por trás dos comportamentos, não vai concordar, pois a cegueira não permite. Por mais que você grite a sua individualidade, nós somos um coletivo.
Enquanto isso a mídia ordena o tempo todo: coma isso, compre aquilo, veja esse programa, adote essa marca, vote nesse fulano. Tanta repetição, por fim, torna-se lavagem cerebral, e o cérebro está pronto para ser programado com o que a mídia veicular. Quantos partidos políticos rezam nessa cartilha? Nosso governo, por um tempo, foi especialista em lavagem cerebral. Porém, o governo não tem como alcançar todos os cérebros que estão abertos para sete distintas frequências.
A internet, do bem e do mal, tem sido a via de escape para a hipnose coletiva. Verdade que ela hipnotiza ainda mais e, por vezes, de forma danosa, mas no mundo virtual também existe vida inteligente e com linguagem própria. Portanto, não pense que no cérebro da garotada ecoa somente imbecilidades. Muitos deles já nascem maduros.
Vemos governantes que legislam para o seu próprio proveito, divorciados de quem os elegeu. Não é o padrão vibratório de uma onda evolutiva a responsável pelo atual quadro brasileiro. Sempre será a forma como a mente púrpura foi treinada para ser massa de manobra, gado no curral, mente lesada. Apenas a mente mais desperta compreende esse fenômeno e está pronta para aceitar ou descartar o melhor e o pior de cada período da História.
A mente em sintonia com o tecido mais podre e violento da sociedade, eclode o mal de si próprio, com o reforço das energias, produzindo o autoritarismo e a corrupção, pai e mãe da violência. Mas, por quê?
Você nasce, vive, morre e mergulha na energia com a qual cresceu, se condicionou e viveu em sintonia. Se todo o seu esforço aponta para uma conexão danosa, será essa a sua direção. Se você não tiver escolha, porque a sociedade negou todas as oportunidades, você irá cobrar dela, roubando-a e matando-a.
Se o governo do seu país é corrupto, você terá uma saída honrosa, se lutar contra o mal de si próprio, porque a todo momento esse mal virá inspirar o pior. Você será um animal sem controle. Não quererá viver. Matar ou morrer, tanto faz. Mas, você não tem o direito de sair matando os outros por causa de um tênis ou por diversão macabra. E ainda que esteja com os miolos repletos de droga, saiba, uma solução virá, porque não é somente você que está doente. Mais doentes estão os políticos que poderiam mudar todo esse quadro.
Não mudaram, porque eles não quiseram renunciar à corrupção lucrativa. Você deve saber que, doravante, nós, o povo, vamos lutar para que você tenha uma chance de transformar a sua mente. Nós sabemos que, muitos de vocês, ainda têm solução. Mesmo que todo o mal faça uma voz interna dizer: “Não tenho mais jeito.”
A mesma energia inspira, em qualquer idade, a pessoa mais consciente e ela consegue se manter isenta da lavagem cerebral. Tais pessoas geram o bom combate. Aqui se trata do combate inteligente, pacífico e ordeiro. Ficou tudo misturado nas ruas brasileiras, o bem e o mal. Um conforto ver a imensa maioria pedindo: “Violência não”. Enfim, o Brasil está nos fazendo conhecer os índigos e os cristais numa grande atuação. Muito prazer, queridos.
Ouvimos políticos dizendo: “Ah, o que são cinco milhões de pessoas? Elas não são o nosso curral eleitoral. Elas são classe média, pouca gente. Nossa eleição está na mão do povão, a maioria que nem se toca com esse movimento. Isso logo passa!”
Senhores, se nós fôssemos apenas cinco milhões, nossa presidenta não teria despencado significativos 23%, logo em seguida aos protestos.
Os políticos não querem esse movimento. Por causa deles, vimos o vandalismo do pau-mandado. Nem precisava, bastavam os saqueadores e os baderneiros contumazes. Vândalos são os detentores psicológicos do tecido social mais enfermo, a parte menor da população. Eles acham pertinente depredar e produzir o caos, como sendo a única forma de agir. Você não pode endossar depredações, saques e ataques aos policiais. Qualquer discurso a favor disso exige que você responda a uma pergunta: gostaria que depredassem sua casa e roubassem seus pertences, ferindo seu corpo e seus familiares? Acha justo, só porque você tirou o traseiro do sofá e outros não? Por favor, não alegue que nossa presidente pegou em armas. O discurso pode até seguir com bons fundamentos, mas a pessoa perde toda a razão quando advoga bandidos comuns e oportunistas pagos para tocarem fogo no circo. Agora, a Ditadura da Incompetência em Gestão e Planejamento requer meios inteligentes e não brutais.
O vandalismo é a projeção mental secreta do nosso quadro político, coisa que somente um povo sem educação poderia reproduzir. Egrégora podre, infectada pelo vírus da corrupção de forma sistêmica, visceral e endêmica. Existe um fosso abissal entre a sua propaganda enganosa e a realidade do povo brasileiro. Púrpuras e índigos comprometidos com essa podridão reforçam o comando macabro da violência, com assassinatos gratuitos e o tráfico de drogas. Incompetência para resolver.
Um governo que não toma providências efetivas na área de segurança e justiça, gera uma coisa monstruosa chamada milícia, um cancro social de gente matando gente, sob o falso título de justiceiro. O alarme de tolerância zero soou faz tempo, mas discursam os direitos humanos, válidos somente para quem rouba, mata e aterroriza cidadãos indefesos. Afinal, a bandidagem rende muita verba para o benefício dos políticos. Não vão querer resolver um problema que gera mais uma fatia de lucro para eles.
A população corre o risco de se enfurecer e partir para o linchamento de culpados e inocentes, e o governo cego não vê essa semente plantada contra eles mesmos. Sitiar um político dentro de uma repartição foi um sinal claro, muito claro.
Uma pergunta sempre é feita por todos: será que nós teríamos tantos ladrões, bandidos, assassinos e drogados, se desde cedo o tempo deles fosse ocupado com educação incluindo artes, esportes, natureza e ativismo virtuoso, pelo bem de todos? É de menino que se torce o pepino, reza o ditado popular, indicando a necessidade de implantar valores na infância. Nosso país, pelo que vemos, não pode dizer que seu ensino implanta valores, mas uma competição materialista e devastadora. Para gente assim a vida é uma corrida que favorece quem for mais esperto, quem consegue vantagem em tudo, pouco importando caráter, honra, honestidade.
Incompetentes e com lesão mental, parte de nossos políticos tem sido incapaz de gerir soluções coletivas e pensar no bem comum. Têm sido, muitos deles, umas pragas vorazes, arrebatando tudo para a satisfação dos seus próprios e piores instintos. Eles fizeram uma orgia com o dinheiro público, em todos os sentidos.
Nos subterrâneos do poder imperam, com uma avalanche de garotas de programa, os esquemas, complôs, planos e acordos corruptos de todos os tipos. Enquanto bebem, riem, se divertem e copulam com o dinheiro que deveria estar na saúde, na educação, nos transportes, na segurança, na infraestrutura, na indústria e no comércio, eles compram fazendas, mansões, carrões, aviões e enchem as contas bancárias com o dinheiro dos impostos astronômicos.
Impunes, promulgam leis para beneficiar somente a classe política. Um serviço que deveria ser prestado como voluntário da pátria, aqui no Brasil é somente uma carreira, uma profissão, a busca de uma rica aposentadoria após poucos anos de prevaricação e exibição de status. Enquanto idosos trabalharam a vida inteira e ainda precisam trabalhar para comer. Enquanto médicos surtam em hospitais, vendo a morte de tantos enfermos, por falta de tudo que é necessário para atender dignamente.
Nem todos os políticos são assim, mas, por que esses também não fazem nada?
Eles se justificam: “Os caciques não aprovam nossos projetos sociais”. E ponto. A banda mais elevada dos púrpuras já não tinha vigor para empreender marcha firme contra tanta mentira, manipulação e corrupção. Esse gado foi devidamente encurralado. Necessário foi que índigos e cristais erguessem a voz. E usam seu melhor instrumento: redes sociais na internet.
Apesar de serem nativos da Era Digital, diante das fronteiras virtuais, entre a robótica e a nanotecnologia, muitos cristais já nascem ressentindo a morte de uma formiga, ou se recusando a comer um pedaço de polvo. Ora, o que é uma formiga no ecossistema e o que isso tem a ver? Deve ser somente uma besteirinha. Ser vivo que nada! Uma criança cristal não sabe intelectualmente, mas ela grita a morte da formiga: “Que dó, que dó, que dó”! Quem sabe ler a verdade escondida num sinal tão pequeno? Afinal, coisinha de criança!
Outro cristal, mal sabe falar, e questiona a mãe por que o polvo foi morto e está no seu prato. Suavemente, ele se recusa a comer, e sua pergunta, insistentemente repetida é: “Matou, por que”? Que mente bruta, voraz por dinheiro e status, daria importância a um sinal tão pálido? Ah, bobagem de idiotas, e lá vem a zombaria. Estão longe de imaginar que esse débil sinal representa o começo do fim de todos eles.
Alguns senhores da comunicação e da antiga ditadura estão preocupados com a gritaria? Acham mesmo que esses gritos são para derrubar as instituições e a democracia? Desculpem-nos, mas os senhores, quando escrevem e falam sobre essa possibilidade, demonstram a própria limitação analítica.
A imensa e boa maioria, com a cabeça no lugar, não pretende nem mesmo a renúncia da senhora Dilma Rousseff, se ela corresponder aos anseios da população. Eles querem, sim, todos os corruptos fora do serviço público, no lugar devido, a cadeia. Querem que os senhores parem de ajudar nessa manipulação toda. Afinal, as contas da propaganda governamental engordam os vossos cofres. Eles querem de volta o dinheiro dos impostos, aplicado num serviço público à altura do nosso sacrifício. Agora, todos nós exigimos padrão FIFA em educação, saúde, segurança e justiça, transportes e por aí afora. Queremos o voto livre e mudanças no sistema eleitoral, de modo que possamos estar mais próximos de quem nos representa.
Jovens Índigos Y e Cristais Z estarão no topo da jornada evolutiva entre 2013 e 2063. Como será que os cristais do feixe compassivo e amoroso vão enfrentar os céticos caquéticos, os extremistas violentos, os assassinos frios e os manipuladores da vez? Sim, porque sem oposição não existe evolução. A espécie humana prossegue sua jornada nessa perene dualidade do antagonismo entre o bem e o mal. A diferença é que essa geração tem sete desconhecidas e novas possibilidades de enfrentar os desafios que serão imensos. Não será uma tarefa fácil lidar com a devastação da natureza, elevar a mente, e fazê-la refletir nas instituições o seu melhor desempenho na cura do tecido social.
Tudo depende de índigos e cristais abandonarem a ignorância sobre o próprio território mental, seu país interior, porque tudo o que vemos na sociedade é reflexo do padrão mental de cada cidadão. Depende deles, porque poucos são os púrpuras que ainda podem aceitar e evoluir através do autoconhecimento. Além de sua maioria ser conservadora, entre céticos e fanáticos, existe a questão dos condicionamentos a que foram submetidos. Muitos não tiveram escolha, porque são produtos do meio que os modelou.
Não há solução para quem quer conservar sua mente no mesmo padrão inconsciente de crenças oriundas nas trevas do tempo, ou numa intelectualidade técnica e ultrapassada na sua frieza, indiferença e comodismo. Essa possibilidade de evolução mental reside mais numa boa parte de índigos e cristais, porque outra parte deles já herdou o mesmo conservadorismo dos seus pais e o materialismo devastador. Então, senhores índigos, antes de perguntarem que mundo os púrpuras estão deixando para vocês, coloquem a mão na consciência e respondam: que mundo vocês querem deixar para seus filhos, cristais ou Z?
É preciso explorar o próprio território mental, conhecer seu país interior, como funciona, como reage a todas as energias, porque vocês têm condição de compreender que tudo é energia transformada em alguma coisa, de uma forma nunca pensada, porque a sua arquitetura mental é diferente. Aprender de onde vem a reação diante da sua própria maneira de ser, sentir, pensar, agir e falar. É preciso desvendar sua força interior diante dos apelos familiares, fraternais, corporativos e sociais. E saber como avançará sua percepção diante das heranças de tradição e religião. Sem buscar esse tipo de informação e sem desenvolver o autoconhecimento, terão muita dificuldade para compreender e apoiar seus filhos. Sem a luz do sol, um cristal não reflete nada. O sol aqui simboliza a luz da sabedoria.
Adolescentes acima de onze ou doze anos podem se tornar robôs alienados e automutilados, baderneiros e viciados, copulando como macacos bonobos, se os seus pais índigos estiverem contaminados pelo egoísmo, pelo ceticismo pessimista e não haverá religião que ajude efetivamente, a não ser através do cabresto habitual. A compulsão consumista dos índigos inconscientes já contaminou grande parte da geração Z. Muitos deles perambulam em shoppings, seduzidos por grifes e alimentos nada confiáveis, enquanto todos ignoram que suas mentes estão sendo modeladas por uma energia que comporta sete frequências ao mesmo tempo. Sem uma educação que os faça compreender sua própria natureza, eles podem enlouquecer.
Ora, já não basta a influência de um domínio de frequências inteiro, com todos os tipos de ondas?
Uma onda tem sido forte o suficiente para persistir até hoje: as pérolas e as palhas religiosas, usadas para produzir o bem e o mal. Os jovens precisam estar atentos para não cair nessa velha e fossilizada armadilha. Seus filhos estão aí com sete possibilidades diferentes. Triunfará aquela que seus pais reforçarem, mas sem dúvida, as mais perigosas estão no campo das ideologias sociais nos sete grandes ramos do esforço humano: política, educação, comunicação, arte, ciência e tecnologia, religião e economia. Disso dependerá a resposta que os índigos pedem aos púrpuras: que mundo vocês estão deixando para nós?
Nenhum vivente de bom coração gostaria de deixar para vocês as sequelas da corrupção devastadora, nem a abissal ignorância da fé mercantilista e mercenária, menos ainda o ateísmo, o ceticismo estéril e o pessimismo doentio de conservadores caquéticos.
Quem conhece a si mesmo, conhece a natureza humana, e não terá dificuldade em compreender, apoiar, ensinar e evoluir com vocês e com os cristais, ajudando a vencer todas essas sequelas. Nem todos os púrpuras são caducos, repetindo as mesmas cantilenas.
Este é o momento em que os jovens se levantam. Nós aplaudimos, apoiamos e comemoramos como ricos passos e ricos dias, dizendo: sejam todos bem vindos ao bom combate, pelo bem geral da nação.
Quanto à nós, talvez tenham alguma curiosidade. Deixamos uma contribuição na área do autoconhecimento transpessoal, holístico, holonômico, para explorarem o território mental, o mundo das energias, o domínio de frequências e conhecerem a sua essência, a pessoa real por trás da aparência física. A força e a fraqueza habitam o corpo de cada ser vivo. É no cenário da mente que se trava o combate entre ambas. Vencedor é quem conhece a si mesmo e harmoniza a força e a fraqueza, porque ambas são necessárias.
Feliz de quem pode conhecer e governar a sua mente. Porque essa mente não será manipulada por ninguém e por nenhuma pilulinha cor-de-rosa, com crenças estúpidas e uma conversa fiada que só ilude os tapados. Seremos céticos produtivos e coerentes diante do pessimismo. Seremos otimistas diante das sete novas possibilidades, que vocês podem manifestar. Estejamos abertos, atentos, com o espírito aceso e prontos para enxergar e desvendar o que está por trás das aparências, dos eventos e dos comportamentos.
Vale investigar abordagens novas no autoconhecimento, não apenas da forma como já experimentamos. O que poderá fazer um especialista em comportamento infanto-juvenil, ao ter diante de si uma criatura, cuja mente é capaz de operar em sete distintas direções? Imagine um especialista, cuja geração permite ao seu cérebro atender a uma razão por vez. É um desafio e tanto!
No cenário atual, em vez de acharmos tudo feio e perigoso, chega de conversa fiada, e não basta saber a cor, a vibração, o nome de cada geração e continuar fazendo discursos acadêmicos sem nenhuma ressonância, ou dourando pilulinhas espirituais que acrescentam rigorosamente nada. É preciso sim, que o autoconhecimento seja matéria escolar na infância e seus pais queiram aprender e praticar o mesmo aperfeiçoamento interior, porque os cristais vão implantar esse tipo de educação, visando a melhoria do comportamento e não somente da técnica.
Hora de firmar pé nos objetivos, nem que para isso façamos uma mobilização para derrubar uma injustiça por vez. No entanto, o que todos ouviram e enxergaram nas ruas? Bem mais que sete reivindicações. Não, não foi uma razão por vez. Foram todas elas de uma pancada só, até deixar o governo, os políticos, os analistas e os comunicadores surpresos e tontos. Claro, não entenderam. Não entenderam mesmo, porque os cérebros que atendem a uma razão por vez, não tem esse DNA setenário. Além do mais, eles estavam ocupados com sua própria razão, movendo suas dezenas de interesses pessoais. E a população que se danasse. Melhor, quanto mais desgraças, pensavam, mais alto o ibope. Tristeza!
Por último, não existe a necessidade de plebiscito ou referendo para o governo corresponder aos anseios dos brasileiros. Seria uma cortina de fumaça, para manipular interesses contrários à população. O governo já tem instrumentos para cumprir e fazer cumprir itens como honestidade ou decoro, transparência e competência na aplicação correta dos recursos públicos. Por que enrolam? Porque em mais de três décadas pouco se investiu na inteligência do Planejamento e da Gestão Pública. Uma área em que a técnica é bem-vinda, porém não dispensa a sensibilidade.
Quem não se manifesta, não debate e nem faz vigília social é uma pedra no caminho, e temos merecido injustiças e desigualdades, por causa do nosso desinteresse. A responsabilidade é de todos nós. A voz libertadora nos abre a porta do curral e o governo tem medo de perder o controle, porque nenhum governante se prepara para entender as forças naturais que regem a evolução do crescimento populacional e, portanto, das cidades.
Daí, cada povo merece o governo que tem. Cansamos e queremos ser melhores em tudo, queremos ter orgulho de quem nos representa. Queremos que nossos ídolos sejam estadistas, grandes mentes construindo um país digno de elogios, ganhando o primeiro lugar no ranking mundial em termos de educação, saúde, transportes, segurança e justiça, indústria, comércio, política, artes e esportes de um modo geral.
Temos vergonha de ídolos falsos, medíocres, ignorantes, corruptos e inconscientes. Vivemos com nojo e aversão a tudo isso. Nosso maior sonho grita por um país sem corrupção. Ainda admiramos alguns juízes e promotores, melhor preparados e mais éticos. Olhamos para eles com uma réstia de esperança, até o grito ecoar. Não vamos parar até conseguir, clamam o peito e a mente. Não importa estar púrpurax, índigoy, multicorz, porque a nossa bandeira é uma só, verde, amarela, azul e branca. Importa todos juntos lutarmos por um mundo melhor, usando a inteligência e nunca a brutalidade.
Por fim, o maior segredo da influência Z ou cristal é a possibilidade da competência ética e solidária, compassiva e ordeira, exigente e rápida, ao mesmo tempo. Quem for realmente digno demonstrará nesta crise. Que tal competência triunfe sobre os caciques da corrupção, e todos sejam abençoados com um profundo, muito profundo amor coletivo.
M. Nilsa Alarcon e J. C. Alarcon em 20 de Junho de 2013 – Cuiabá-MT – Brasil.
Nota do Editor:
M. Nilsa Alarcon e J. C. Alarcon, autores deste artigo, publicado em 3 de julho de 2013. Uma de suas obras foi cedida ao Instituto Consciência da Totalidade para treinar o autoconhecimento citado no manifesto: “O Padrão Humi – As Orientações dos Mestres – Exercícios para Imunização.” – Edição independente.

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