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Quando lhe chamarem de mestre, seu Ego, desconfiado, não se coloque em guarda;

1. Compreender e discernir o EU para aceitar o EU REAL com a sua Presentificação no Agora e no Aqui, usufruindo o momento.

2. Compreender e discernir o Ego para aceitar o EU.

3. Persistir na Unidade com os irmãos; eles são os demais mestres.

4. Ser mestre é continuar sendo humilde, não deixar a vaidade espiritual e o orgulho do Ego surrupiarem as ações. Superar o mestre é ser ainda mais humilde que ele, única forma de ensinar, inclusive ao mestre.

5. Reconhecer aos demais irmãos como mestres, mesmo quando “do mal”, porque não há mal que não nos ensine, sendo firme para colocar limite nesse “mal”, quando necessário e ainda que, ilusoriamente, pareça impossível.

6. Aceitar com humildade os desafios e se levantar deles com amor e aceitação, única forma de se firmar; grato e, portanto, apreciado; dissipando o vicarma e diminuindo assim a repetição da atração negativa.

7. Reconhecer a baixa auto-estima e seus múltiplos disfarces reativos como forma do Ego comandar. Múltiplos disfarces reativos: mágoa, agressividade e ressentimento.

8. Em vez de olhar fatos, ver e reconhecer reações; questionar nosso sentimento diante da reatividade. Importa mais a maneira como reagimos aos fatos. Enquanto eles justificarem nosso discurso, seremos como cegos diante do elefante, deduzindo pelo toque nas presas tratar-se de lanças, porém, não abarcando a totalidade do bicho.

9. Um mestre sabe: fatos se repetem na vida, até enxergarmos nossa reatividade oculta ou explícita. Um mestre desenvolve o autodomínio e não o auto-sufocamento. Mestre ensina ao aprendiz: enquanto não houver controle, não se sufoque, todavia, busque sempre o autodomínio.

10. Mestre se torna quando capaz de compreender a ciência da não-reação, longe de ser passivo ou resignado. Resignação é, no fundo, rejeição ao que está sendo, do jeito que está sendo. Aquilo que é, se for impossível mudar, apenas é, e a vida já está pontificando para aceitar, nunca se resignar! Por isso, avante, continuamos, apesar dos pesares.

11. Calar por mutismo ressentido nunca fez de ninguém um mestre. Mutismo é uma coisa. Silêncio é outra e pertence ao Eu Real. Mestre discerne um de outro. No silêncio há amor e compreensão, portanto, aceitação verdadeira e inquestionável, permeada pela humildade serena do Eu, compreensivo da natureza de dor e aflição.

12. Mestre da compaixão conhece a causa de o Ego ser reativo, agressivo e melindroso, querendo apenas ser “mimado”, nunca ensinado. Todavia, compaixão é para quem pode recebê-la, segundo sua Lei de Atração: a pessoa, com sua íntima e oculta vibração, fez ou faz por merecer, ou não, a compaixão. Mestre reconhece a natureza boa ou má de sua vibração, atraindo fatos, lugares e pessoas para, forçosamente, fazê-lo enxergar as três realidades: a natureza do bem aparente, a natureza ilusória do mal e a natureza do supremo bem. O Eu Real é o supremo bem. E Dele você é uma Centelha, o Eu, quando o Ego permite. Mestre é aquele cujo Eu pode, enfim, crer no Eu Real, única forma de transmutar o Ego. Nesse caso, o Eu age, o Ego não reage. Proatividade, não reatividade. Reatividade é sofrimento. Proatividade é contentamento, progresso em todos os sentidos. Mestre é proativo. Humilde sempre!

Máxima:

Quando lhe chamarem de mestre, seu Ego, desconfiado, não se coloque em guarda; permita ao seu Eu acreditar e compreender: você existe para vivenciar, aqui e agora, todos os passos do mestrado, entretanto, nenhum deles é tão importante quando os degraus da Humildade e da Aceitação, ao vivenciar a “Arena Psicológica dos Egos”.*

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