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Os Mestres e os Anjos

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Os Mestres ensinam sobre as tradições antigas e explicam que a evolução humana obedece aos ritmos da natureza cósmica, estelar e terrena. Os ritmos mudam, mas as tradições ignoram estas mudanças e prosseguem ensinando as mesmas coisas de velhos milênios, como se fosse uma heresia a mudança natural das mentalidades e da compreensão humana. As tradições perpetuam-se na forma, em detrimento à essência que devem transmitir. Atualizar, renovar ou mudar o antigo neste campo provoca desconforto, desconfiança, polêmica, confusão e questionamentos.
Uma corrente de seguidores de qualquer tradição pode ter uma visão pueril e cor-de-rosa da Angelologia. Outra corrente transita sobre a possibilidade de deitar uma “verborragia científica” sobre o tema. É um sinal do anseio de renovação.
Os Mestres ensinam que, antes de haver uma tradição sobre os anjos — seus nomes, mantras, significados e pronúncias — havia e existe uma matriz neurolinguística, uma língua-mãe, a origem de todos os idiomas. E, se alguém proclama que este idioma é o Irdin, este alguém não é louco e deve saber que o Irdin é a fonte nativa do Páli que gerou o Sânscrito, onde cada letra — vogais, inclusive — tem um significado oculto.
É daí que vem a tradição e o fato de muitos concluírem: — O som de uma letra que corresponde a um dos nomes de Deus é divino; contemplar o formato da letra faz a mente abrir as comportas do poder criativo.
Entretanto, o som tem primazia sobre a visão. Há algo que os Mestres dizem ser primazia maior do que o som e a visão: um poder que o surdo, o cego, o mudo e o tetraplégico podem sentir, expressar e vivenciar — a compaixão, síntese do amor e da sabedoria — a Real Natureza Amorosa. Este poder está além de todas as limitações do corpo e da ignorância intelectual.
Sendo assim, o cultivo superior das virtudes angélicas deve ser o instrumento de auxílio no desenvolvimento e na expansão de nossa Real Natureza Amorosa, o resgate de nossa harmonia, o centro calmo no olho do furacão — o caminho do meio num planeta onde a vida é feita de dualidades.
Antes de ficar repetindo mantras de Potências — arcanjos, anjos, devas e enteais — há que iniciar deitando um olhar mais profundo ou essencial sobre o que quer dizer compaixão.
Muitas escolas vivenciam o fanatismo da Antiguidade, em nome daquilo que entendem ser de sua exclusiva propriedade — a verdade das verdades — acreditando que o simples contemplar e repetir mantras e rezas dispensa o autoconhecimento e a mirada impiedosa nos próprios egos.
Não. Esta atividade é apenas complementar.
Há que ter coragem de transmutar os egos e sintonizar os anjos como centros especializados de compaixão.
O ego da vaidade espiritual, que tanta aversão causa no ego da vaidade científica — dizem os Mestres — derruba qualquer sintonia verdadeira com estes centros de compaixão.

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Última modificação: 01 julho 2015 02:53
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