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Prólogo de Yuktés-Humi: Prepare-se Para Ouvir Um Anjo

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Dyuchad existia na energia inenteal1 do Poder Infinito Creador2 e foi emanada no todo desta onda como irradiação de luz direcionada à Coroa do Senhor de Adhi3, regente de um Sistema Universal que agrega doze universos, um dos quais contém a Via Láctea, galáxia que abriga o Sistema Solar dos terrestres. Dyuchad tinha total consciência de que ela, enquanto onda emanada, era um pensamento de Amor do Poder Infinito Creador, um pensamento vivo da mente creadora... Ela era um pensamento Dele! Um pensamento diferente! Por outro lado, a sua emanação, grande e pura onda de poder, também fazia parte do generoso suprimento de vida que o Todo Poderoso irradiava e irradia sempre para os universos ádicos4. Um pensamento de amor dá vida e alimenta! O Senhor de Adhi, o grande sol central, redistribui generosamente o transbordamento desta opulência.
A grande onda radiante que carregava Dyuchad, transbordou do grande sol central de Adhi para os doze universos. Mesmo assim, Dyuchad não tinha consciência de qualquer separação do Poder Infinito Creador, pois ela permanecia como energia do Todo Poderoso, pensando-Se ELE. Foi então que a onda da qual ela participava, viajou até a Via Láctea e fixou habitat no Sistema Solar, contribuiu para a evolução dos planetas deste sistema e por último, a força que carregava Dyuchad foi projetada sobre o planeta Terra. E nem assim Dyuchad estava separada do Poder Infinito Creador. Quando a sua energia acomodou-se com a energia do planeta Terra, veio a sua grande transformação.
1 — Energia Inenteal: a misteriosa força do instinto de Deus, mas também espírito santo.
2 — Poder Infinito Creador: Deus é chamado assim em toda a Sabedoria Humi.
3 — Adhi: origem, pai, atavismo, princípio, a origem é Deus, Adhi é pai, origem.
4 — Universos Ádicos: mundos de origem, grandes preceptores de raças do Kosmos.

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A sua energia inenteal foi perdendo a característica de luz argêntea... Tingiu-se de vermelho, como resultante da mistura com a energia magnética do Sistema Solar e da Terra. E então, Dyuchad tornou-se energia elemental e foi emprestar vida ao Fogo, Ar, Água e Terra, os quatro elementos primários da cadeia terrestre...  E por isto, a sua energia foi alimentar as cadeias biológicas e geológicas do planeta.
Primeiramente, sua emanação foi servir à cadeia biológica dos mares na Terra. Sua energia estava nos peixes, na flora marítima e ali, por um tempo aparentemente sem fim, a energia de Dyuchad atravessou todas as categorias de peixes e plantas nos fundos dos oceanos, depois nos mares, e então, foi subindo para iniciar a sua trajetória de alimentação nos rios e grandes lagos. Até que libertou-se do reino aquático e começou a progredir nos subterrâneos do orbe terrestre através dos metais, dos minerais, das pedrarias e isto foi por um tempo que também parecia não ter fim. Mas enfim, a emanação de Dyuchad progrediu e um dia, libertou-se do reino mineral e passou a progredir no reino vegetal. Agora, a sua vida emprestava mais vida aos vegetais e animais irracionais da superfície do planeta.

 

Progrediu por um longo tempo no reinado verde dos vegetais e vermelho dos animais... E nem assim, Dyuchad tinha consciência de qualquer separação entre ela e o Poder Infinito Creador, pois ela era a vida e o sustento dos reinos por onde passava em sua missão. Até que, progredindo no reino vegetal, Dyuchad foi perdendo a energia magnética que havia ganho em sua transformação e eis que ela se reconheceu como um espírito da natureza, vida de uma árvore. E nem assim aconteceu dela sentir-se separada do Poder Infinito Creador.
Obedecia-O instintivamente, como se não tivesse vontade própria, mas como se a vontade do Poder Infinito Creador fosse a própria vontade dela. E assim era, pois agora progredia como espírito da natureza terrestre e o seu progresso a fez passar por todas as categorias de espíritos do mundo verde.
Ela foi pequenina como as borboletas, cuidando de flores, frutos e sementes... Mas cresceu como os espíritos dos bosques e evoluiu em paisagens que eram verdadeiras obras de arte da natureza, requintando e voltando a sutilizar sua energia, até tornar-se um enteal. Pronto. Já não era mais um espírito elemental. Era um belo ser enteálico.

A evolução não pára. E Dyuchad nunca parava de progredir. O que havia para Dyuchad aprender, se ela nunca se separava da fonte suprema de inteligência, o Poder Infinito Creador e já que era um pensamento Dele?
Oh, havia tudo... Todos os segredos da natureza terrena e estelar. E tendo aprendido, Dyuchad perdeu ainda mais energia magnética e tornou-se um Deva. Trabalhou nas grandes paisagens, cavalgou Fúrias Elementais e remodelou paisagens na Terra e com isto, foi-se mais um longo tempo.
Finalmente, ela progrediu dentro do reinado dos Devas e tornou-se um Anjo, energia dévica pura... Nenhum tracinho de energia eletromagnética — jamais em tempo algum, Dyuchad teve consciência de qualquer separação entre ela e o Poder Infinito Creador. Ela continua sendo a vontade de Deus, Seus olhos e Suas mãos... Como são, aliás, as Fúrias Elementais, os Espíritos Elementais, os Enteais, os Devas, Anjos, Arcanjos, Grandes Seres Dévicos e Grandes Seres Inentais.
Graças a este ramo de vida e de seres, toda a vida atômica biológica do planeta Terra pode ser alimentada e mantida, pode progredir e evoluir. Os seres humanos pertencem ao reino atômico — diferente dos seres devangélicos que pertencem ao reino dévico.
E Dyuchad? Progredindo como Anjo, atingiu um grau deveras interessante — servir seres atômicos de grande poder, inteligências libertas do ciclo de mortes e renascimentos, seres que ascenderam, grandes mestres atômicos. Servidora fiel e dedicada, vibrou nela a vontade do Poder Infinito Creador — a vontade de servir aos mestres atômicos em seu relacionamento com os terrestres. Ela escolheu um mestre.
O grande mestre escolhido por Dyuchad, sabia que ali não se tratava de um ser atômico como ele e todo mestre sabe o que significa trabalhar com um ser angélico — eles parecem ter mando próprio, individualizados, distintos, mas só o mestre sabe que estes seres são inseparáveis do Todo.
Um ser atômico, por mais que vibre na Unidade, identifica e reconhece a vontade do Poder Infinito Creador, e contudo, mantém a sua individualidade e a sua própria vontade, que pode coincidir ou não com a vontade do Todo. Esta é a diferença entre um ser atômico e um ser devangélico. Ora, aquele mestre sabia muito bem que a presença de Dyuchad em seu ministério, era a mesma coisa que ter a presença do Poder Infinito Creador, usando o disfarce individualizado de um anjo. Anjos jamais se separam ou pensam individualmente, já que só conseguem ser um pensamento Dele.
Para eles, os grandes mestres atômicos, quando um anjo fala é porque fala o Todo Poderoso. E por isto, aquele mestre escolhido por Dyuchad, não podia lhe delegar funções no esquema cósmico do governo oculto do mundo. Ele teria de indagar: — Que queres que eu faça? A tua vontade é servir-me. Dize-me então, como, quando e onde me servirás, porque o teu pensamento vem da Mente Universal. O que o Poder Infinito Creador deseja de mim? — e Dyuchad respondeu:
— A evolução não pára. Dyuchad não pára. Agora Dyuchad será tua mensageira. Ao invés de escolherdes um atômico entre os teus que te sirva de ponte com os filhos do Poder Infinito Creador na Terra, escolherás Dyuchad.
Não, não era uma imposição. Aquele mestre atômico poderia recusá-la, pois ele tem livre-arbítrio. Ele não recusou. Ao contrário, todo o seu ser estava em regozijo.
No governo oculto do mundo, treze grandes mestres atômicos presidem vastas hierarquias de almas. Mas Dyuchad escolheu o mestre Serápis-Bey, uma hierarquia do Quarto Raio Creador — pureza, beleza, justiça, harmonia, amor e arte — luz divinal. E, oh, como a Terra necessita disto!

— Dyuchad quer ser tua mensageira, porque a tua hierarquia é aquela que mais de perto pode exprimir o pensamento da perfeição do Poder Infinito Creador. Dyuchad sabe que tudo na Terra é dualidade caminhando para unidade. Ainda que seja assim, exprimir a unidade num mundo de dualidade é a vontade Daquele que deu origem a tudo. Dyuchad passou por toda a diversidade da unidade. Falta agora Dyuchad experimentar o intercâmbio com o reino humano. Então, Dyuchad progrediu observando e auxiliando os seres humanos da Terra e está pronta para servir como tua mensageira. Assim como aplicas a tua evolução nos seres atômicos e eles trabalham como as tuas pontes entre o governo oculto do mundo e o povo na Terra, Dyuchad quer a mesma coisa... quer ensinar a Nossa visão, porque o vivente da Terra precisa ver a perfeição na Creação do Poder Infinito Creador. Assim como o governo oculto do mundo se divulga através de religiões e doutrinas, o Poder Infinito Creador reivindica a mesma divulgação para Nós, porque é chegada a hora de começar a acostumar os terrestres com a idéia da Nossa existência... A existência do Poder Infinito Creador, não só como poder atômico, mas também como poder inenteal, elemental, enteálico, dévico e angélico. Atômicos são a parte racional do Poder Infinito Creador e Nós somos o sagrado e puro instinto Dele. Só assim os terrestres entenderão a sua gênese, o -por que eles têm parte animal e parte racional... E portanto, parte dévica e parte atômica.
— Sim, um terrestre é deveras interessante... Que ser belo e completo surgirá desta creação, quando ele atingir o despertar da consciência? Certamente, será o único povo que conhecemos até aqui, a possuir um lado de comunicação com o Poder Infinito Creador completamente diferente de todas as outras raças espalhadas pelo Kosmos.
— Por isto Dyuchad quer ser tua mensageira. Há em cada terrestre um princípio de energia dévica, suficiente para receber a tua mensagem, segundo a visão de Dyuchad, porque Dyuchad pode transformar a tua mensagem.
— A minha tarefa no governo oculto do mundo é alimentar o sonho do terrestre com a divina idéia da harmonia, da beleza, da pureza, da justiça, do amor e da arte — é dispensar a energia do Quarto Raio para as manifestações mais belas da mente humana, requintando e sutilizando, despertando e evoluindo a consciência deles, mesmo que eles estejam atravessando a curva mais baixa do arco descendente da evolução. Cuido para que a chama seja mantida viva, até que eles atravessem a fase de purificação e despertem do sonho. Sei que um anjo expressa mais o Quarto Raio do que toda a hierarquia que trabalha na mansão celestial da harmonia.
— Dyuchad quer ensinar os filhos de Deus na Terra a sentir, ver, pensar e falar como os anjos, porque um dia, eles serão metade anjo. Quando este dia chegar, é porque o primeiro passo foi dado. E o primeiro passo é acostumá-los com a idéia da Nossa existência. Que eles saibam da existência do Poder Infinito Creador também desta forma, pois múltiplas são as faces Daquele que modela a creação do terrestre.
— E quantos Nos servirão na Terra para canalizar o descenso do Nosso ensinamento, para traduzir no tempo terrestre a expressão da existência dos seres dévicos?
— Todos. Parecerá poucos, mas o suficiente para divulgar a Nossa existência dentro do sonho do terrestre.
— Qualquer um terá de ser preparado. Poucos... é possível, mas todos? Na minha visão racional ainda existe passado, presente e futuro no que diz respeito ao planeta Terra, pois é assim que funciona a mente deles.
— Dyuchad já os vê preparados, pois para ela o passado e o futuro não existem. Dyuchad só vê a realidade do eterno presente. Tu mesmo sabes que eles são potencialmente aquilo que estão se tornando. Portanto, para Dyuchad já o são. Esta é a última distorção da mente de um mestre; distorção da – ilusão sobre a realidade. Quando o mestre vence a última distorção, ele mergulha na realidade do Poder Infinito Creador e nesta realidade não existe o foi, nem o será, apenas o é.
Então, como Dyuchad vê a situação na Terra? Como distorção da realidade, fantasia passageira, ilusão, maya... Únicos vocábulos permitidos, já que a linguagem dela é alcandorada e só permite expressões soerguedoras, positivas e elevadas.
Sendo assim, Dyuchad vê a Matéria como energia inenteal e logo, matéria é apenas distorção da realidade inenteal. Seres humanos mais elementais, na visão dela, já são inenteais, pois o anjo vê a potencialidade desabrochada e não desabrochando. E como a questão de tempo inexiste, anjo vê o que é, pois sabe ver além das distorções.
Sendo assim, um enteal transmite a idéia de passado, presente e futuro — pode até mesmo falar a linguagem dos homens. Um anjo fala a linguagem do Poder Infinito Creador e somente um anjo é capaz de traduzir esta linguagem silenciosa expressando o idioma do Todo.
Dyuchad escolheu Serápis-Bey logo após o evento de Jesus na Terra e com ele permanecerá até o ano de 2.700d.C.

Nota: Dyuchad-Humi — nome oriundo do sânscrito dyochad, que significa um deus ou habitante celeste. Divindade angélica que opera no Quarto Raio, hierarquia do Mestre Serápis-Bey, no esquema das Hostes Unificadas de Mestres Imateriais. Dyuchad, consciência angélica, pensamento do Poder Infinito Creador, a expressão mais laboriosa que existe para ser canalizada em forma de mensagem. Por esta razão, Yuktés colabora na materialização da mensagem de um anjo como Dyuchad.
M. Nilsa Alarcon

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