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Sinopse – A Jornada da Alma

Há quinhentos mil anos, seres poderosos de outro sistema universal são encaminhados ao planeta Terra (Efesus) para colaborar no desenvolvimento da raça terrestre. São mardukianos e omphisianos, e depois smirnos, pérgamos, tiátiros, sardos, filadelfos e laodiceus.
        Quando os terrestres se desenvolvem, os mardukianos e os omphisianos desrespeitam as leis naturais da Terra, provocando o esfacelamento da raça que principiava a florescer.

Num concílio em mente universal, o Senhor de Adhi, regente absoluto de doze universos ádicos, informa que o planeta Terra é o único que apresenta seres com uma estranha e diferenciada energia – a energia das emoções, algo que deverá ser pesquisado e experimentado pelos povos racionais do seu sistema universal – e obtém a concordância desses povos para retomarem à Terra, não mais como deuses, mas propondo que os extraterrenos se tornem terrestres, e então, eles passam a realizar a experiência de encarnar seus corpos de energia em corpos terráqueos, até se tornarem a experiência dos mardukianos mesclados aos terrestres, omphisianos e às demais raças extraterrenas, em suas encarnações sucessivas: na Atlântida, na Etiópia (Gizé e Mênfis), no Tibete (entre China e Índia), na Arábia, na Europa e no Brasil. A saga se completa com o livro do Futuro, em 2700 d.C. Suas histórias na Atlântida e na Etiópia são citadas, mas não escritas.
Depois de sua experiência inicial em Gizé, já completamente esquecidos de sua origem, os mardukianos retornam à consciência na segunda história (o livro de Mênfis), onde ressurgem numa dimensão espiritual próxima à Terra. Eles novamente se encarnam, para construir a grande pirâmide de Gizé, espécie de vetor de ligação com Marduk, seu mundo de origem.
Para tanto, Quéops, Quéfren e Miquerinos têm os seus poderes mardukianos parcialmente religados.
        Mais essa encarnação se passa e, ao morrerem, são trasladados para o monte Kala, região etérica de Júpter, onde recobram a memória de sua origem e se preparam para uma nova encarnação.
        Ressurgem entre China e Índia (o livro Tibete) e a história reinicia com mestres tibetanos numa pequena ermida às margens dos montes Himalaia, onde preparam o nascimento de Buda e Jesus. Eles se relacionam com os Senhores da Terra, Adonai e Adith, bem como com os arcanjos planetários vivendo os dilemas da razão mardukiana e do instinto sexual dos terrestres.
Findo o trabalho, eles desencarnam e se preparam para perder de vez os superpoderes. Então, reaparecem encarnados em todas as regiões dominadas pelos romanos, mas reunidos principalmente em Jerusalém, no tempo de Jesus (o livro da Arábia).
A cada nova encarnação, vão se tornando tão impotentes quanto os terrestres. Vão adquirindo o aspecto astral-emocional e, assim, conhecem a energia da morte e da dor … Mas também do prazer sensorial.
Na Arábia, a teia cármica os envolve cada vez mais entre os dilemas do povo judeu e romano – renegam o messias que eles mesmos haviam preparado para colaborar na tarefa de sutilizar os terrestres.
Num tempo de barbáries e crueldades inenarráveis, eles ainda parecem manter a chama de seu grau evolutivo, mas não podem evitar as consequências da teia cármica. Por isso, uma nova encarnação (o livro da Europa) serve como pano de fundo para a compensação cármica, onde vão sofrer as consequências por meio das perseguições religiosas.
Os antigos poderes se transformam em dons mediúnicos, que na época esbarravam na tortura e nas fogueiras da Inquisição.
Abalados, fracos e desmemoriados, desencarnam em regiões astrais na proximidade da Terra, mas sempre monitorados por seus superiores – espécie de navegadores da experiência extraterrestre neste planeta, seres racionais que apenas assistem à dor e às mortes sucessivas de seus irmãos, sem poder interferir, já que obedecem a coordenadas exatas: a experiência teria de ser vivida pelo prisma terráqueo, sem interferência extraterrena.  

 

Carregados de traumas e conflitos sexuais, coisas inexistentes em seu mundo de origem, os mardukianos, em especial, reaparecem numa nova encarnação (o livro do Brasil), como buscadores da espiritualidade – avessos, porém, ao fanatismo, em função dos traumas cármicos oriundos das perseguições religiosas -, tornando este país uma imensa praça de misticismo. No Brasil, entre 1960 e 2000, começam a buscar algo que se acha perdido em seu próprio inconsciente.
A busca resulta no despertar de alguns potenciais, inicialmente considerados paranormalidade, mas os sofrimentos decorrentes dos laços cármicos ainda são látegos que flamejam em suas almas inquietas e atormentadas. Sentem falta de algo. Não sabem do quê. São insatisfeitos e, apesar de humanos, nutrem sempre a impressão de que não são terrestres, ou, pelo menos, de que não deveriam ter nascido neste mundo.
É no Brasil, no entanto, que eles tomam consciência da possibilidade de que o ser humano pode ter diferentes origens.

 

E cada um, ao se deparar com a informação, sente palpitar no coração que essa possibilidade, embora possa parecer ficção para os terráqueos, para eles não é, e nisso encontram a justificativa de seu sentimento estranho e diferenciado – algo que as palavras não podem narrar.
O principal argumento da trama é o grupo-carma, que vive fantásticas histórias nos livros de Gizé, Mênfis e Tibete; depois, intensos dramas na Arábia e Europa, para culminar no Brasil, com o desfecho da saga no livro do Futuro, em 2700 d.C. – quando acontece o despertar dos mardukianos e, diante do retorno ao seu verdadeiro mundo de origem, o inesperado acontece.
Um grande parâmetro da evolução mardukiana, das chamas-gêmeas mostra a perfeita unidade entre dois seres distintos, resultando num só corpo de energia. Ao se transformar para a condição terráquea, cada mardukiano desmembra-se, portanto, em dois seres distintos: um macho e uma fêmea, aptos ao revezamento dos papéis masculino e feminino. A Jornada da Alma centraliza toda a saga em torno de El Argon Shaedai, o mardukiano, desmembrado, torna-se El Argone Shaedai – o casal mesmo que não ocupe os papéis principais de uma ou outra história, está sempre presente e é possível para o leitor identificá-lo, apesar de ambos trocarem de sexo, variando no grau de parentesco, alternando seus papéis e sempre trocando de nomes a cada narrativa.

No Tibete, a saga mostra o mardukiano El Dhirash Eloish, que no mosteiro se toma o mestre Dhira e é escolhido por Adith para tomar-se o lendário guru Babaji com a sua Mataji, expoentes dentre os místicos da Índia. No Brasil, a saga indica que os mardukianos liberados da experiência vão engrossar as fileiras de uma hoste unificada de mestres imateriais, algo citado como grande fraternidade branca de mestres ascensionados, demonstrando como trabalha o governo oculto do mundo, e inclusive o governo da hidra sistêmica, espécie de Senhor da Lua Negra.

 

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Introdução – UM POUCO DA HISTÓRI

Conta a história, por comprovações incertas, que os pri­meiros indícios de civilização humana datam de apro­ximadamente 3.500 anos antes de Cristo, começando no Oriente: Egito, Palestina, Fenícia, Síria e Mesopotâmia, Índia e China. Cita ainda que por volta do ano 3100 a.C., começa a reinar no Egito a primeira dinastia faraônica. Ainda por suposição, acredita-se que Narmer Manes (a quem chamaremos Menés) foi o primeiro faraó e em seu reinado aconteceu a construção da cidade real de Mênfis, cujas ruínas ainda existem. Naquele tempo os fenícios já eram exímios navegantes.
Em 1927, o arqueólogo Leonard Wooley concluiu que em Ur, na Mesopotâmia, existira, havia milhares de anos, uma civilização evoluída, a dos sumerianos. Antes dessa descoberta, os pesquisadores acreditavam que na Mesopotâmia, entre os rios Tigre e Eufrates, na Ásia, teriam vivido apenas duas grandes civilizações: a dos assírios e a dos babilônios.
O achado sobre os sumerianos punha por terra a teoria anterior. Mesmo porque, no curto período de florescimento dessas civilizações, não daria tempo para o mundo civilizado da época (3000 a.C.), ter desenvolvido a escrita cuneiforme, leis, práticas científicas e comerciais e tanta habilidade em artes.
Prosseguindo-se nas deduções derivadas das pesquisas arqueológicas, acreditou-se que entre 30 e 40 séculos atrás, os semitas (caldeus) chegaram à Mesopotâmia. Quem eram? De onde vinham? Como eram? Por que chegaram ali?
Oriundos do quinto tronco da raça Atlante, fincaram suas raízes ao longo das margens dos rios Tigre e Eufrates e encontraram a cidade de Sumer dos sumerianos e Acad. dos acadianos. Com os sumerianos aprenderam os primeiros rudimentos da matemática, os processos de multiplicação, de divisão e extração das raízes quadrada e cúbica. Inteligentes, valorizaram o aprendizado.
Os sumerianos inventaram o relógio de água (clepsidra), elaboraram um mapa celeste, tinham conhecimentos planetários, fizeram um calendário baseado no percurso do sol por doze casas planetárias (de onde surgiu o calendário de doze meses), usavam contratos, faturas, cartas de crédito e seus pagamentos eram feitos com moedas ou barras de ouro.
Escreviam em tabuletinhas de barro, já que o papel feito de papiro, um certo vegetal que nascia às margens do Nilo, só viria mais tarde por meio dos egípcios, e o papel, muito tempo depois, por intermédio dos chineses. E quando falamos da civilização dos sumerianos, estamos falando de uma evolução que já vinha de milhares de anos anteriores ao ano 3000 a.C.
Foram eles que deixaram para as civilizações antigas um sistema de leis. Uma grande placa de pedra, a que chamavam de estela, foi encontrada em Susa, no Oriente, contendo o código legal de Hamurabi, uma cópia de leis sumerianas, que serviram como alicerce para o direito babilônio, assírio, caldeu e hebreu…. Que posteriormente influenciaram o direito greco-romano, de onde derivaram nossas atuais leis.
Na verdade, os sumerianos representam o apoio de junção entre duas raças: a Quarta dos Atlantes e a Quinta dos Arianos, que começa a se firmar no continente asiático, na Mesopotâmia dos assírios e babilônios.
Os sumerianos tinham como atividades principais a agri­cultura com sistemas de irrigação e o comércio; utilizavam a biga (veículo de duas ou quatro rodas puxado por cavalos).
Os anais esotéricos sempre vão mais longe: afirmam que, por volta de 13.500 anos antes de Cristo, florescia uma magnífica raça Tolteca no Egito, o terceiro tronco da Quarta Raça Raiz dos Atlantes.
Para a ciência dos pesquisadores arqueológicos, tudo isso que o esoterismo sustenta das raças primitivas não passa de especulação, imaginação desenfreada e anticientífica. Tanto é assim que, na discutida origem dos arianos, nem mesmo os pesquisadores concordam entre si. Uns alegam por seus estudos que a origem ariana vem de povos europeus que chegaram à Ásia…. Segundo outros, ao contrário, foram os povos asiáticos que deram origem aos povos europeus.
A teoria do professor alemão Theodore Poesche, de que uma boa parte dos arianos que habitavam a região da Suécia não teria suportado os rigores glaciais e por causa disso teriam migrado para climas menos gelados, não passa de voo nas asas da imaginação, bem como quase tudo aquilo que o esoterismo afirma. É o que afirma a ciência.
E diz mais o professor: os arianos que suportaram o frio alongaram o cérebro e eram os louros de olhos claros e elevada estatura. Controvérsias à parte, o fato é que zonas tórridas têm povo escuro e zonas geladas têm povo claro. Alguém nega?
Logo, aquele professor alemão apenas observou e utilizou uma lógica inegável da natureza: quanto mais quente, mais escuro, mais achatado o cérebro e diminuto o tamanho…. Quanto mais frio, mais claro, mais alongado o cérebro e elevada a estatura. Bem, e qual a versão mais razoável para os pesquisadores?
Para eles, um possível ponto de partida dos arianos seria uma planície que atualmente corresponde à Rússia.
A expansão dos indo-europeus como Quinta Raça Ariana teria ocorrido da Europa para a Ásia, mais provavelmente da seguinte maneira:
Ítalo-celtas: seguiram pela Trácia (atual Bulgária), Ilíria (Iugoslávia) e vale do Danúbio, na direção do Sul e do Ocidente. Atingiram a planície do Pó, expandiram-se para Europa Central e chegaram à Gália (hoje França), por volta de 2300 a 900 a.c. Daí saíram os jônios que migraram para a Grécia.
Indo-iranianos: expandiram-se pelo Sudeste, chegaram à Índia e deste ramo ter-se-iam originado os medos e os persas.
Anatólio: expandiram-se exatamente como os outros, pelo Bósforo, e se estabeleceram na Anatólia, Ásia Menor.
Balto-eslavos: apareceram na Europa Ocidental, de origem desconhecida.
O conde francês Joseph Gobineau (1816-1882) levou para o túmulo, segundo as enciclopédias oficiais, o “mérito” de inventar a raça superior entre as raças humanas: os louros dolicocéfalos arianos, afirmando que todo o patrimônio evolutivo da humanidade foi conseguido graças unicamente aos arianos e, para ele, os assírios, mesmo não sendo arianos puros, devem aos arianos o esplendor de sua raça.
Sobre esses fundamentos (atribuídos ao esoterismo?), Hitler transformou os alemães numa raça superior, mas esqueceu-se de que a pureza do sangue alemão estava miscigenada com o sangue eslavo. Que contradição! Justamente o povo eslavo, que era considerado, dentre todos, o mais inferior, e isso inclusive na opinião do próprio Hitler.
Durante mil anos, os indo-europeus espalharam-se, formando sub-raças arianas, produto do cruzamento com os remanescentes que iam encontrando das raças anteriores: lemurianos, que eram negros, e atlantes, que oscilavam entre vermelho, bronze e amarelo.
Até que os semitas da Ásia mesopotâmica, o quinto tronco Atlante, cruzaram com os indo-europeus da Raça Ariana e· assim surgiu uma sub-raça ou o tronco dois, chamado ario-semítico ou atlante arianizado.
Por 8 milhões de anos, diz o esoterismo, desenvolveu-se na terra a Quarta Raça Raiz, os atlantes, por meio de sete troncos, a saber:
O primeiro tronco chamou-se Ramoahal; o segundo tronco chamou-se Tlavatli; o terceiro tronco chamou-se Tolteca; o quarto tronco chamou-se Turânia (línguas uralo-altaicas da Finlândia à Mandchúria); o quinto tronco chamou-se Semita (hebreus, assírios, aramaicos, fenícios, árabes e judeus); o sexto tronco chamou-se Akkadia; e o sétimo tronco chamou-se Mongol.
O quinto tronco atlante, chamado Semita, cruzou com os indo-europeus (arianos) e, embora haja controvérsias, consta que a Quinta Raça Ariana tenha sido formada assim:
O primeiro tronco chamou-se Ariano mesmo; o segundo tronco chamou-se Ário-semita; o terceiro tronco chamou-se Irânia; o quarto tronco chamou-se Celta (nórdicos e europeus); o quinto tronco chamou-se Teutônico (germanos); e o sexto e o sétimo troncos acham-se em formação, respectivamente na América do Norte e América do Sul.
O sexto tronco em formação, assim se diz, gerará uma nova raça, a Sexta Raça, que por sua vez dará outros sete novos troncos.
O sétimo tronco da Sexta Raça, afirma-se, gerará por seu turno uma nova raça, a Sétima Raça, e com ela se encerrará uma importante etapa do planeta Terra.
Por fontes igualmente esotéricas, sabemos que o atual sexto tronco que está se formando não só carrega a semente da próxima Sexta Raça Raiz, como também da Sétima.
Pelo que aprendemos, o atual sexto tronco já é a matriz de uma nova Raça Raiz e, depois das transformações necessárias, chegaremos ao padrão racial da Sexta Raça Raiz.
Para que o atual sexto tronco da Quinta Raça Raiz gere a Sexta Raça Raiz, é preciso que sua composição cósmica, espiritual, mental, astral, psicológica, etérica e biológica já possua potencialmente as características que desabrocharão na Sexta Raça Raiz.
O momento atual e de transição, ou seja, no ano 2000 os padrões raciais estarão sofrendo mudanças e, para que essas mudanças ocorram em toda a sua extensão, profundidade e grandeza, também alguns aspectos precisarão mudar na geografia e nos costumes, enquanto tudo se encaminha para grandes transformações.

Desde o momento em que o padrão racial da Sexta Raça começa a ser trabalhado, hoje, na formação do sexto tronco, já podemos considerar que estamos em transição para a Sexta Raça Raiz, mesmo sabendo que em paralelo ao sexto tronco também germina o sétimo tronco. Como podemos considerar isto? Potencial e embrionariamente, mas não de modo visível ou concreto.
Estávamos naquela época, no Oriente, numa grande transição racial. Os arianos espalhavam-se pelo mundo e as raças foram se modificando. Havia uma língua-mãe comum a todos os povos, afirmam os estudiosos, tanto assim que a palavra “mãe” em todos os idiomas da terra possui sempre a mesma raiz.
O filólogo alemão Franz Bopp, em 1833, provou a origem comum das línguas indo-europeias, a partir de uma língua-mãe. Então, o filólogo inglês Gordon Lathan sustentou:
“Na língua-mãe, indo-europeia, não aparecem as palavras ‘leão’, ‘tigre’ e ‘camelo’… Porque o continente europeu não tem leão, tigre, camelo. Esses animais habitam o continente asiático. Se a origem dos arianos fosse asiática, a língua-mãe teria palavras como leão, tigre e camelo. Logo, os arianos são europeus e não asiáticos”.
Contrário a isso, o historiador Adolfo Pictet dá o ponto de partida dos arianos na Bactriana, depois chamada Uzbequistão, na Ásia, de onde teriam migrado para a Europa.
Não é a controvérsia que nos interessa, nem mesmo o encontro ou a mistura da raça escura com a raça clara, mas apoiar a nascente do curso de nossa ficção, que começa em 3000 a.C. entre Egito e Mesopotâmia, quando tais povos atravessavam um período de enorme transição racial, que começa com o domínio dos brancos, já naquela época, o qual continua até hoje, 5.000 anos depois.
É fato que uma Raça Raiz primitiva necessitou e milhões de anos para ser desenvolvida; mas é fato também, que uma Raça Raiz moderna, por já conter tantos graus de miscigenação, não necessite mais do que uns milhares de anos para apresentar padrões raciais diferentes. Por isso, nunca deve nos causar estranheza que as primitivas raças tenham se desenvolvido tão lentamente, uma vez que seu banco genético era pobre. Hoje, ao contrário, o banco genético das raças tem tantas misturas, que e as probabilidades raciais são muito férteis e mais rápidas.
A raça ariana contribuiu com a sua inteligência mais elevada e soube valorizar o conhecimento dos atlantes, que sumerianos e semitas souberam preservar.
Quando os arianos chegaram ao Oriente, foi como se o aluno aprendesse rápido e excedesse em tudo os seus professores.
Em 3000 a.C. um aspecto normal e muito natural era guerrear, conquistar e dominar; tudo era obtido pelo uso da força. Ainda hoje maometanos conservam estas palavras:
“Fazei guerra a todos que não creiam em Alá e em seu profeta; guerreai até que paguem tributos, sejam humilhados e se convertam”.
O Velho Testamento está cheio de máximas cruéis e vingativas, muito ódio e muito rancor. Até os Salmos de Davi estão perpassados da idéia de um deus que se aborrece, se zanga, se vinga e dizima por vingança e por ódio.

 

Toda justiça era olho por olho, dente por dente, braço por braço, e assim é que era o certo, o justo, o correto. Estranho seria se fosse ao contrário. Como estranharam o moço Jesus pregando o oposto: se lhe baterem na face, ofereça a outra… se lhe roubarem, entregue tudo… Ao mal, responda com o bem… Ao ódio, responda com amor.

 

Um absurdo! Só um louco poderia dizer um absurdo como esse. E, assim como o nazareno veio e falou, outros vieram e disseram a mesma coisa, menos Maomé, que insistiu na implantação da fé pelo uso da força, querendo impor sua religião como única, verdadeira e definitiva.
Hoje, parece-nos absurdo e louco aquele que pensa em impor algo pelo uso da força. Então, os Grandes Luminares como Jesus triunfaram e triunfarão totalmente, mesmo que os próprios fanáticos de Jesus estreitem suas vistas, pensando que Jesus é o único ser evoluído que passou pelo planeta.
Mas, como o vivente só pode ver de acordo com a abertura de seu grau evolutivo, sabemos que tudo marcha, e todos os viventes, evoluindo sempre, serão privilegiados com novas oportunidades de progredir e ampliar seu ângulo de visão.

Antigamente, o povo venerava os sábios, dizendo que eram divinos, que tinham poder sobre o tempo e os fatos; na verdade, por intermédio dos astros, eles podiam prever uma seca, uma guerra, e ao anunciarem tais eventos previamente, ficavam os ignorantes pasmos de admiração, reverência e submissão.

 

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UM POUCO SOBRE REENCARNAÇÃO

Antes de iniciarmos a nossa jornada, cabe uma explicação sobre intervalos de encarnação, para que a epopeia de nossas almas possa ser melhor compreendida ao longo das raças e dos milênios.
As almas são reunidas em hostes. Cada hoste de almas possui 12 grupos, cada qual com 12 mil almas…. Logo, uma hoste completa possui 144 mil almas. Cada grupo apresenta uma tônica vibratória e, para facilitar a compreensão, numeraremos os grupos de uma hoste de 1 a 12.
Doze hostes formam uma Hierarquia, que agrega e trata da evolução de 1,728 milhão de almas. Contando quantos bilhões de almas progridem em nosso Sistema Planetário, tanto nos planos materiais quanto nos planos sutis, teremos o número de Hierarquias operantes num Sistema Planetário.
Não é possível contar? Então, não é possível saber quantas Hierarquias operam em nosso Sistema. Mesmo o esotérico, de posse de suas informações, chega a um ponto e pára. Os grupos encarnantes começam juntos suas etapas de evolução; e, após a largada evolutiva, as almas que evoluem suas tônicas passam para grupos de frequências mais altas…. Cada grupo tem seu intervalo de tempo para encarnação e, enquanto não ascensiona, fica restrito a sua hoste e sua Hierarquia.
Assim, um grupo cujo intervalo seja de 300 anos, em sua próxima encarnação, poderá se encontrar com aquele grupo de sua hoste cujo intervalo seja de 600 anos e assim por diante. O grupo de 600 cruzará com o grupo de 300 sempre que retomar e ambos cruzarão com o grupo de almas que só se encamam a cada 1.200 anos.
Na terra, tais almas de diferentes grupos, porém de uma mesma hoste, podem se encontrar entre si e até mesmo com almas de hostes diferentes.
Mas, no plano espiritual, a separação é muito grande e dificilmente uma alma de vibração 1 se encontraria com uma alma de vibração 12. Não é impossível, mas difícil.
As almas cujo intervalo de tempo é menor que 100 anos têm muito mais que aprender e geralmente formam diversos grupos separados segundo suas tônicas vibratórias.
Aquelas almas cujo intervalo é maior são consideradas as almas mais evoluídas daquela hoste e dos grupos aos quais pertencem.
Quando uma Emanação de Vida atinge a condição de pertencer a um grupo específico de uma hoste, é natural que seu grau evolutivo a encaixe num grupo cujo intervalo de tempo para reencarnar nem sempre seja o menor possível, mas sim aquele em que vibra sua tônica.
Assim, os grupos 1 das hostes teriam seus intervalos em torno de 100 anos; os grupos 2 de 200, os grupos 3 de 300 e assim sucessivamente até os grupos 12, com 1200 anos.
É lógico pensar: se três almas de um grupo 1 evoluíssem, passariam para o grupo 2 que tivesse sua tônica, e o inverso também seria verdadeiro, em caso de algum atraso na evolução ou retrocesso.
Dos relacionamentos intergrupais de uma mesma hoste e dos relacionamentos com almas de hostes diferentes, nasce a trama do destino e se formam os carmas pessoal e coletivo.
Quando uma hoste se encama inteira, ou seja, todos os grupos, do 1 até o 12, isto acontece para ajudar outras hostes a formarem um país.
Quando uma ou mais Hierarquias se encarnam praticamente num só período da história, isto acontece para formar uma civilização.
Quando um Regente desce com as Hierarquias, isto é para formar uma nova raça.
É claro que os grupos de frequência 1 descem primeiro. São mais rudes, embrutecidos e atraem os trabalhos mais pesados, como reconstruir civilizações derrubadas ou extintas, combater pela força os obstáculos que encontrarem, cabendo às almas do grupo 1 o serviço pesado de todo início, da preparação e abertura do caminho.
Seguindo a lógica, os grupos de frequência 12 descem por último. São os mais elevados e atraem os trabalhos de libertação da alma, combatem pela inteligência e representam os luminares do mundo nos sete ramos do esforço humano. Mas um dia pertenceram aos grupos 1.
1 – As almas de Classe Mista, cujos intervalos de encarnação oscilam de 100 a 400 anos, correspondem a 90% da humanidade e estão divididas em 7 categorias distintas: Idealista (400), Co­mum (350), Profano (300), Cético (250), Ignorante (200), Decaído (150) e paralisado (100), sendo bárbaros, nômades e selvagens tidos como subgrupos com períodos de 70-80-90 anos.
2 – As almas de Classe Mediana, cujos intervalos de encarnação oscilam de 500 a 800 anos, correspondem a 9 % da humanidade e estão divididas em 7 categorias distintas, todas em fase de ascensão, mas nenhuma em fase conclusiva: Aspirante (500), Samaritano (550), Esclarecendo (600), Evoluindo (650), Iluminando (700), Despertando (750), Ascensionando (800).
3 – As almas de Classe Superior, cujos intervalos de encarnação oscilam de 900 a 1.200 anos, correspondem a 1 % da humanidade e estão divididos em 7 categorias distintas, todas em fase de ascensão, cada qual já concluindo a fase do seu grau evolutivo, assim: Aspirante (900), Samaritano (950), Esclarecido (1.000), Evoluído (1.050), Iluminado (1.100), Desperto (1.150) e Ascensionado (1.200).
É certo pensar que almas da Classe Superior se encarnaram para encerrarem os trabalhos de seu grau e concluírem essas etapas de sua evolução, após o que estão livres para etapas seguintes.
Voltando à história, Narmer Manes (Menés) não foi o primeiro faraó, como se supõe; essa primeira dinastia que a história cita nada mais foi do que os escombros de uma civilização que a Hoste G tinha a missão de reconstruir.
Corria o ano 3500 a.c. e eles deveriam encarnar os subgrupos de uma civilização anterior com a finalidade de reciclá-los, recuperá-los e evoluí-los, já que na epopeia anterior essas almas não haviam dado sinais encorajadores de evolução. Eram seres humanos de instintos rudes. Os que tinham intervalo de 70, 80 e 90 anos foram se encarnando sucessivamente até contarmos o ano 3000 a.C. Viviam como selvagens, nômades e bárbaros. O sangue corria. Na fornalha da evolução, essas almas lapidavam o instinto sangrento dos seus corpos elementais.

Em 3100 a.c., onde a história cita a dinastia Menés, os 144 mil foram se encarnando, e ao longo de 100 anos foram se distribuindo ao longo das décadas, de tal modo que em 3000 a.C. lá estavam todos eles como velhos, adultos, jovens, crianças e recém-nascidos. Metade como assírios e babilônios; a outra metade, egípcios, fenícios, palestinos e sírios. Assim, vamos reviver nosso carma.

 

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